domingo, 9 de dezembro de 2012

E falando em música, tem lançamento na Dreamwork Megastore

E se tratando do cenário musical, destacamos o lançamento do CD “Other Skies: First’s Single’s” com o artista e especial amigo Cleytton Cartanoly. 

Segundo Cleytton, o CD de Singles batizado de “First’s Single’s” que é uma mostra do CD “Other Skies” e que tem as duas primeiras músicas de trabalho que são “Miracle” e “A Caneta e o Tinteiro” em versão “Radio Edit”, que é para promoção de ambas sem tirar o gostinho e expectativas das versões finais de álbum. Não é muito comum no Brasil realizar este tipo de empreitada, mas por trabalhar com Classical Crossover (estilo que é a junção do erudito e do popular), é um "viés para ver como o público se comporta em relação ao concept art do álbum”, afirma.

- Primeiramente, conte-nos um pouco sobre você. Quais seus hobbies e atividades profissionais?


R: Samara, querida, Luz e Arte pra ti e para os leitores do seu Blog! Obrigado pela generosidade de sempre! Acho que todos se sentem um pouco “perdidos” para falar “de si mesmos”, mas tentarei ser gentil para “comigo”, ok? (risos). Sou um jovem (talvez, nem tão mais) artista natural de Patos de Minas, mas que abracei Coromandel como cidade, apesar de que, em breve, início de 2013 (se sobrevivermos às profecias... hehehe), estarei de mudanças para Uberlândia ou São Paulo, dependerá ainda de alguns contratos a serem fechados. Desde que me entendo por gente, adoro todos os segmentos artísticos, sempre estive envolvido em atividades culturais escolares e aproveitei o máximo que pude. Acredito que seja inspiração vinda de minha mãe que cantava em corais amadores e, vez ou outra, acabava por ficar observando ela nos trabalhos artesanais. Acabei por ter hobbies simples como abraçar as pessoas com sinceridade, olhar para a natureza e ver o que ela tem para ensinar, ouvir e falar de forma amigável, gostar de aprender “fazendo”, mesmo que eu acabe, por ser curioso, pesquisando e buscando a “teoria” e, sem dúvidas, estudar é meu hobbie favorito... hum acho que ler também, cantar, compor, dirigir, roteirizar... (risos). Profissionalmente, busquei formação ampla, mas com algumas especializações. Graduei em Segurança do Trabalho, conclui um MBA em Administração, Finanças e Negócios e estou em fase final (TCC) do MBA em Marketing, Comunicação e Eventos, mas sou Pedagogo Multidisciplinar há 13 anos, sou efetivo na Prefeitura de Coromandel trabalhando com Licitação, principalmente a parte de Publicações e, também, sou o responsável pela Imprensa Oficial do Município. Nas Artes, trabalho como músico e teatrólogo, mas também sou pintor, escultor, fotografo, editor gráfico, bailarino e coreografo contemporâneo, artesão... Se deixar (se tiver necessidade), acabo fazendo “o que é preciso”, claro que não com maestria, mas pelo menos, com muita dedicação e perseverança. Acho que é típico de quem mora no interior e precisa de serviços que não são muito comuns por aqui.



- Após um ano trabalhando para lançar seu primeiro CD, agora ele sai do forno. Quais as suas expectativas? 


R:As expectativas estão concentradas, antes de tudo, na realização de um sonho, que é o de efetivar meu trabalho como músico que tinha ficado, por anos, “em silêncio” e, música é som e silêncio e, não apenas o segundo. O trabalho é intimista, compreendo isso e também sei que o Classical Crossover não é típico por aqui, há não ser pelas raras manifestações dos meus divos maiores, Andrea Bocelli e Sarah Brightman e, as vezes, Il Divo e André Rieu, mas é o que amo fazer e não me vejo sem isso para minha vida. Depois, a expectativa de receber feedback do público para compreender “se estamos no caminho certo” e, também, para oportunizar a divulgação do trabalho também de minha equipe que é maravilhosa e merece todos os créditos por esta realização. É uma satisfação sem fim ver meu Produtor e Arranjador, o queri“Dão”, dono do JB Estúdio de Araras-SP, envolvido plenamente no trabalho, o violonista e baixista Eduardo Kusdra “agradecer por estar envolvido num projeto como este”, o maestro Edinelson, feliz por saber que “o som do seu violino esta numa canção com tanto teor artístico”, meus preparadores vocais, Ulisses e Marly Montoni, realizados ao ver a “evolução vocal e a honestidade da aplicação do que transmitem”. Sem dúvidas, uma equipe maravilhosa composta por seres humanos singulares e artistas indiscutíveis. Por fim, saber que “o primeiro passo foi dado” e que agora é “estar extremamente atento para conseguir tornar tudo isso ainda mais pleno em Luz e Arte”!

- Sabemos que o lançamento oficial aconteceu no dia 11, data em que você também e principalmente, comemorou mais um ano de vida. Como você se sentiu em mais esta conquista, este foi um presente de aniversário?

R: Sem dúvidas foi um presente de aniversário e, ainda, brinquei dizendo “O Aniversário é meu, mas o Presente é de todos nós”! (risos) Ou pelo menos espero que seja! (risos) Com certeza fiz o melhor que pude até onde posso ir, até mesmo porque nunca estudei música (formalmente), tive uma única aula de canto e, não tenho todo o discernimento musical necessário para algo tão amplo, mas tive a boa ventura de ter pessoas ao meu lado que estão me ajudando a lapidar tudo isso e que confiam no que estamos fazendo e na proposta. Não gosto de saber que apenas “é mais um conjunto de sons”, espero que realmente seja um Presente e que seja “extremamente bem feito”. Pode parecer pretensão, claro, mas é apenas o mais profundo desejo que tenho, afinal, estamos aqui para aprendermos, não é mesmo? E comemorar o meu aniversário junto com o lançamento de CD “Other Skies: First’s Single’s” é uma mostra desta aprendizagem.

- Quando você decidiu se dedicar a este trabalho?

R: Quando vi que já não agüuntaria mais ficar sem realizar este sonho. Antigamente lançar um cd era praticamente impossível, inviável pelos altos custos e por saber que “a obrigação de vender é prioridade para gravadoras e empresários” e não o teor artístico; prova de que pouco teor artístico esta em nossas mídias. Imagine então como é chegar numa gravadora ou empresário e dizer “sou cantor de Classical Crossover aqui no Brasil”? (risos) Sem dúvida alguma é quase o mesmo que colocar uma “enorme interrogação” e o questionamento “não dá para cantar outra coisa”? (risos) Eu compreendo isso e levo tudo “na esportiva”, claro, afinal o bom humor é uma dádiva e, claro, vender é necessário... não vivemos de brisa! (risos) Bem, então, como os custos para uma produção assim se mostraram mais viáveis, até mesmo porque tenho o hábito de ser minimalista por questões mesmo de gostar de ver no simples o que há de mais nobre, optei por instrumental apenas de piano, violão, violino e alguma percussão mais clássica e isso deixou tudo mais viável financeiramente. Além disso tive a grande alegria de ver que a equipe se envolveu de forma muito singular no projeto e abraçaram como uma “obra de todos nós”, outro fator que viabilizou tudo. Ainda assim há o devido cuidado de ter planejado tudo com mais maturidade, até porque estudei muito para administrar esta empreitada (o motivo de ter feito os MBAs). Então, com maturidade, primeiro, como pessoa e como profissional, depois, como artista, vi que o momento certo tinha finalmente chegado e estou na batalha! (risos) E quem quiser se juntar a “causa”, seja “muito bem-vindo”! (risos)

- Teve algum momento que te marcou ou foi o ‘ponta pé’ inicial para a gravação deste CD, ou as coisas simplesmente foram acontecendo?

R: O “ponta pé” realmente foi o aperto na alma suplicando para que as canções saíssem do papel e principalmente de mim. Tenho dedicado minha vida artística a promover quem trabalha comigo, ficando mais nos bastidores (que adoro, sem dúvida alguma) e, acho que também consigo conciliar minha carreira, mas claro, sempre com estas pessoas por perto e, principalmente, também envolvidas nela. Tem sido incrível ver tantas manifestações de carinho de minha equipe e ver que não há ciúmes, mas sim, união e amor a Arte para que tudo se torne ainda mais sublime. Afinal, “Arte não se faz só”!

- Em relação à sua carreira profissional, qual era o seu sonho? O que você queria mesmo pra sua vida? Teve êxito em quais objetivos?

R: Não tenho dúvidas de que me sinto realizado profissionalmente, porque tive a alegria de abraçar cada oportunidade e aprender “de tudo um pouco” e acho que esta aí a minha real profissionalização. Sei que a polivalência tem me ajudado a “sobreviver” e, sei que, com o lapidar destas habilidades, cedo ou tarde, conseguirei “viver”; o que já esta bem engatilhado. Profissionalmente a vida vai me apresentando tantas oportunidades desafiadoras que me motiva a “não parar” e mais ainda a “não fazer apenas uma coisa por vez”. É muito comum me ver com uma disposição imensa para tudo que faço e sempre fazendo umas três coisas ao mesmo tempo. Acredite, se eu tiver que fazer apenas uma coisa por vez, não vai dar certo! (risos) Perco a concentração facilmente por ter pensamento agitado. Agora, acredito que estou caminhando em definitivo para trabalhar apenas com Arte e Cultura. Meu sonho é ter meu Centro de Formação Artístico-Cultural, porém, sei que é um investimento muito alto e preciso de melhor estrutura para poder concretizá-lo, mas cedo ou tarde acontecerá.

Durante a gravação de "A Caneta e o Tinteiro"

- Voltando ao CD, o título é baseado em alguma canção ou é um tema comum do seu CD?

R: “Other Skies” é a canção que intitula este primeiro álbum que conclui um total de cinco e que compõem uma pequena “saga” musical inspirada na frase “N’Outros Céus’, nas ‘Tardes de Outono’, ouvia ‘Em Silêncio’, dos ‘Anônimos’, uma ‘Breve Oração’” (como diriam #fikdik). 

- Alguma canção será utilizada como música de trabalho?

R: “Miracle”, é o primeiro single de trabalho a nível internacional e “A Caneta e o Tinteiro”, o primeiro single a nível nacional. Tive um zelo imenso de fazer isso, uma vez que é típico do estilo Classical Crossover que os álbuns tenham músicas em pelo menos três idiomas. O cd “Other Skies” terá músicas em português, inglês, italiano, francês e latim. Posteriormente, acredito que “Watercolor Of All Dreams”, por ventura, acabará por ter uma repercussão maior para o público que já gosta do estilo e “Vis-a-Vis”, que é cantada em latim, acabe por agradar os fãs, como eu, do eRa, Enigma, Lesiem, dentre outros.

- Existe alguma canção desse álbum que você destaca como sua preferida?

R: Sou suspeito... (risos) Se eu escolher “uma”, as “outras” vão ficar enciumadas! (risos) Todas possuem minha predileção e são tratadas com um respeito e dedicação imensos. Deixemos o público indicar “onde o acerto foi maior”, ok? Também digo isso porque todas as composições são minhas e foram selecionadas de forma muito gentil e honesta para compor este primeiro álbum.

- Qual a sua expectativa para esse primeiro projeto? Pretende continuar pelo mundo musical?

R: Este “First’s Single’s” é realmente “o primeiro passo” e um passo com todo o cuidado, zelo, respeito e “pé no chão” que eu e minha equipe esta dando, mas, claro, com a expectativa de que estejamos fazendo um trabalho de Arte e não apenas canções soltas ou desgarradas de uma estrutura artística. Espero de coração que este seja o “primeiro passo de uma jornada constante até os últimos dias que por ventura eu venha habitar este solo”. Foi filosófico e poético, mas sincero.

- Houve alguma dificuldade para a efetivação deste CD?

R: Sim, sem dúvidas... Algumas principalmente ligadas a estrutura musical e compreensão do estilo por parte da equipe e, também, para que compreendessem o Concept Art; sim, dediquei muitos dias para dar uma direção para o álbum e elucidar sobre do que se trata e espero poder compartilhar o Concept Art com todos no momento ideal. Não é fácil trabalhar com composições originais, ainda mais com um músico intuitivo como ainda sou. As músicas, com exceção de “Tardes de Outono” que é instrumental (eu não toco violão, mas componho... hehehehe), as nove outras que compõem o cd “Other Skies”, eu apenas tinha uma dimensão da melodia cantada que, claro, tem de ser enquadrada devidamente na escrituração musical. Para o “First’s Single’s”, tivemos uma ansiedade imensa em relação a “Miracle”, pois foi a primeira a ser gravada e possuí um arranjo maravilhoso, mas foi a primeira experiência do Dão em relação ao projeto e isso nos deixou apreensivos, porém, o resultado final é favorável para a versão “Radio Edit” e a versão final do álbum terá mudanças necessárias para que fique ainda melhor. Já “A Caneta e o Tinteiro” foi um desafio imenso. Chegou certo momento que não acreditava que conseguiríamos encontrar o ponto certo, mas meus preparadores vocais, Ulisses e Marly Montoni, grandes cantores e músicos, intervirão e conseguirão dar a devida métrica para a canção. Posterior, foi só alegria! Dão fez um belíssimo arranjo e realizei o sonho de gravar esta canção que foi meu resgate como músico. Ah, e claro, eu nunca tinha pisado num estúdio antes para gravar... Imaginem o quão tudo isso foi inusitado... (risos)

- O que mais lhe chamou atenção durante esse processo de gravação?

R: Com certeza foi a evolução entre “Miracle” e “A Caneta e o Tinteiro”. Quando gravei “Miracle”, não tinha dimensão de como seria estar num estúdio e, ainda mais, para gravar músicas neste estilo que exige tanto do cantor. “Miracle” esta, acreditem, com a “Voice Guide”, ou seja, a voz guia para que o arranjo fosse feito. Infelizmente, por motivos diversos, não pude retornar para regravar a voz final, porém, o resultado já estava satisfatório, de certa forma, para esta primeira etapa. Além disso, sem dúvidas veio a grande surpresa: não sou barítono. Cantei por anos dentro de uma tessitura equivocada e fiz solos para vários corais ainda como barítono, mas durante uma pequena “brincadeira”, Marly e Ulisses acabaram por me mostrar que eu “apenas tinha medo dos agudos”, ou seja, tinha receio de cantar na tessitura de tenor, a qual, realmente pertenço. Esta diferença pode ser notada em “A Caneta e o Tinteiro”, onde a voz esta mais aberta, clara e precisa. E, com certeza, na versão de álbum, ficará ainda melhor. Antes de gravar “A Caneta e o Tinteiro”, tive a primeira preparação vocal e o resultado, graças ao Bom Deus e a Arte, foram nítidos. Agora é continuar o que faço desde sempre: praticar-estudar,praticar- estudar, praticar-estudar, praticar-estudar... (risos) Afinal, todo tanto é sempre muito pouco!

- Além da música, existe alguma outra área profissional que você atua?

R: Bem, acho melhor eu não falar ou vão achar que eu sou uns “vinte”! (risos) Como relatei, sou extremamente agitado e não gosto de deixar o tempo passar sem estar aprendendo alguma coisa, principalmente no que diz respeito à Gestão Cultural e aos Segmentos de Arte. Então, acabo por trabalhar como assessor e consultor artístico-cultural, além de produtor e, também, como teatrólogo em duas Cias. Teatrais, a “FACES” e a “SOLARIS”, das quais sou Diretor Geral e, com as quais, já conquistamos oito premiações. Inclusive, nos apresentamos na festa de aniversário este ano de Araguari e foi um momento singular para nós. Atuo como pintor, escultor, fotografo (e tenho acho uma área fantástica, inclusive, sendo contratado para trabalhos em outros Estados, o que me surpreende muito), designer de moda (da griffe Hi-Flying que estréia em janeiro/2013), artesão, cerimonialista... E, também, sou Pedagogo Multidisciplinar há treze anos. Comecei a lecionar aos quatorze anos no Ensino Fundamental (Matemática) e acabei passando por todos os graus de ensino (Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio, Ensino Técnico, Ensino Profissionalizante, Educação Especial e Ensino Superior).

- Quantas pessoas o acompanham nessa trajetória de gravação?

R: Meu produtor e arranjador, Dão (João Batista), proprietário do JB Estúdio de Araras-SP, Ulisses e Marly Montoni, preparadores vocais, Eduardo Kusdra, violonista e baixista e o Maestro Edinelson. Mas nossa equipe não pára por aí! Para todo o cd “Other Skies”, temos o diretor cênico Walter Neiva, grande diretor de ópera no Brasil e no Exterior, meu padrinho Fernando Bicudo, convidado para a “Nota Artística” que estará no Encarte do cd, Walter Chamun, outro grande amigo e também preparador vocal, Aida Lucas Barbosa, minha amada amiga e estilista, os atores Rodrigo de Assis e Victor Carvalho e as atrizes Mariana Lis e Tatiane Oliveira, que serão nossos performances durante as apresentações e num projeto um tanto audacioso que esta por vir, além, claro, dos instrumentistas que já foram citados e do pianista Célio Rodrigues e sua esposa Helena Martins, parceiros de palco de bons anos e com quem quero trabalhar sempre.

- As composições são todas de sua autoria. Quem e quantos participam dessa obra?

R: Todas as composições são de minha autoria com arranjos e escrituração musical do Dão, Ulisses e Marly e, claro, acabam por termos auxílio dos instrumentistas que também estão livres para ampliar o conceito de arte, porém, sempre respeitando o conceito central.

- Como foi seu processo de criação das canções?

R: Foi um processo ao longo dos últimos quatro anos em relação às letras e melodias. Tudo voltou aos eixos quando eu estava desistindo de trabalhar com Arte e me dedicar a vida como administrador público. Num envio da letra da música “A Caneta e o Tinteiro” para meu padrinho Fernando Bicudo, o nosso Guru da Ópera, o mesmo me retornou dizendo “Com uma letra assim, a melodia auto-inspira!”. O que ele não sabia, até então, é que a letra já tinha melodia e, o que ele também não sabia é que foi esta frase dele, pessoa que tem todo o meu respeito e admiração, que eu fui resgatado para as Artes. Então, aos poucos, quando em novembro do ano passo anunciei a gravação do cd “Other Skies”, praticamente as composições que melhor se enquadravam foram se manifestando pra mim, com exceção de “Breaking the Dark” que será a faixa 09 do álbum, que é a “caçula” e foi composta especialmente para este álbum. Porém, há muito ainda o que ser feito e faremos o máximo para que tudo fique harmonizou e consagre o conceito do álbum.

- Quanto à parte técnica do seu CD, o que as pessoas podem esperar?

R: Que a dedicação de todos será imensa e que a cada passo que dermos até a efetivação de “Other Skies”, atentaremos a tudo o que nos for dito e vamos buscar todas as formas possíveis para que o álbum seja tecnicamente o melhor possível. Ainda tenho um longo chão para poder alcançar a qualidade que desejo, que é necessária, mas estou certo que estamos olhando e seguindo na direção certa e que os profissionais que estão por traz desta empreitada são os mais indicados para tal.

- Conte-nos sobre as suas preferências musicais e sobre a intenção de produzir um CD.

R: Tenho uma variante de preferências que seria muito complicado listá-las sem esquecer, então, vou me atear a alguns artistas que são eixo e que eu acompanho o mais próximo possível o trabalho deles. Começo pelo projeto musical “eRa” do músico francês Eric Levi. É a minha maior fonte de inspiração e foi o que me conduziu a amar música de câmara e me interessar pela ópera. Acompanho o “eRa” desde 2006 e fiquei extremamente feliz este ano quando, em junho, nos dias 13 e 14 eles fizeram um concerto em Moscow! Foi a realização de um sonho! Além do “eRa”, tenho devoção por Andrea Bocelli e Sarah Brightman, disseminadores do Classical Crossover. Pra mim, quando Deus quer cantar para nós, mortais, utiliza-se da voz de Andrea Bocelli. E, quando os Anjos desejam cantar para nós, utilizam-se da voz de Sarah Brightman. Sei que é nostálgico, mas fã é fã, não é mesmo? (risos) Além destes, cito a minha artista modelo que é Loreena McKennitt, uma extrema musicista canadense que eu respeito e respiro o que ela faz. Também dou muita atenção a nossa MPB e Bossa Nova. Amo Maria Rita e Vanessa da Mata! Amo Ana Carolina e Zizi Possi! Amo o trabalho de vários artistas como Emma Shapplin, Josh Groban, Madredeus, Sagrado Coração da Terra, Pavarotti, Vivaldi, Handel, Bach, Libera, Enigma, Anthony and the Johnsons, Florence, Lana Del Rey, Adele, Evanescence, Within Temptation, Tarja Turunem... Acho melhor para por aqui! (risos) Quanto à intenção de produzir o cd, parte desta necessidade de efetivar minha carreira musical e, também, acaba por ser uma forma de agradecer pelo carinho de inúmeras pessoas que tem me acompanhado ao longo destes anos.

- Fale um pouco do conceito que envolve o álbum, principalmente sobre a temática das faixas.

Capa do CD promocional

R: O CD “Other Skies: First’s Single’s” é um mostra do que esta por vir no CD “Other Skies”. “Miracle” canta “o reencontro com a criança interior”, tão falada, mas tão pouco conhecida, que vamos perdendo o contato ao longo dos anos e só compreendemos a importância de preservá-la quando passamos por situações drásticas. “A Caneta e o Tinteiro” canta sobre “o Amor Falho”, que é real, sincero, puro, verdadeiro, aceito “exatamente como é”, porém, que não pode ser concretizado; uma lição pela qual todos passamos cedo ou tarde. Com isso, o CD “Other Skies” trará estes dois temas dentro de um tema maior que é “viver o nosso céu terrestre e deixar o paraíso para quando tiver de ser vivido” ou, ainda, “façamos o paraíso aqui e, se por ventura vier outro depois, melhor ainda”. Por isso “Other Skies” e não “Other Heaven”. Ainda adianto que é um álbum muito “humano”, que clama por “humanidade”, por isso, muitos recursos de técnica vocal ou de apuradíssimas melodias foram retiradas porque desejo muito que todos se sintam como partes fundamentais do álbum e, mais ainda, que eu consiga manter a linha de trabalho de Arte que defendo sempre que é a “atempo-espacial”, ou seja, possível e realizável em qualquer “tempo e espaço”.

Um Ping Poing com o Artista

- O que te faz sorrir?
R: As pessoas e “coisas” que amo e sem as quais não existo.


- O que te faz chorar?
R: Falta de Respeito, Paz e Bem Comum.


- Um lugar?
R: Que me faça sentir que estou “em casa”.


- Onde você nunca entraria?
R: Em conflitos de ego; já tive contratempos demais com egocentrismos nutridos de falta de “cada qual tem seu jeito de perceber e ver o todo ao qual esta ou se faz”.


- Uma comida
R: O CD “Other Skies: First’s Single’s” é uma mostra do que esta por vir


- Uma pessoa admirável
R: Meus pais! São “sem tirar nem por” e “são um só”! (risos)


- Uma pessoa pouco admirável.
R: Qualquer pessoa que não se preste ao respeito.


- Um(a) grande amigo(a)


R: Se eu citar só um, não vou estar “ofendendo os outros”, mas estarei “me ofendendo”, uma vez que todo tanto que eu venha a agradecer pelas inúmeras pessoas formidáveis que fazem parte da minha vida, sempre será pouco.


- Algo que você gosta de fazer.


R: Viver! Nada me agrada mais que isso!


- Um medo.


R: Faltar com o devido respeito comigo mesmo e com os outros.


- Uma paz


R: Ver quem eu amo em paz.


- Um pecado


R: Próxima pergunta! (risos)


- Uma felicidade


R: Compartilhar o pouco que sei e vivo com quem faz por onde “caminhar junto”.


Deixe um breve recado para os leitores


R: “Caríssimos, espero que não estejam cansados com tantas ponderações e colocações (risos) e que, de alguma forma, tenha sido prazeroso para vocês os relatos que fiz! É sempre uma dádiva sem fim poder ofertar um pouco mais de Luz e Arte! Muito obrigado por tudo! E que espero que gostem deste ‘primeiro passo’!”


Aproveite e nos deixe ainda um contato, para aqueles que se interessar em adquirir o CD.


R: O CD Promocional “Other Skies: First’s Single’s” teve uma tiragem simbólica de 500 cópias, sendo que 200 foram destinadas ao evento de lançamento que foi via Facebook, 100 cópias direcionadas a Campanha de Marketing Empresarial e 100 cópias direcionadas a Campanha de Marketing de Mídia. Assim, 100 cópias ficaram comigo que estão sendo distribuídas para amigos e para “fãs” (que insisto em chamar de amigos). Talvez, quando esta matéria estiver nas mãos de vocês, os CDs promocionais tenham se esgotado, porém, as músicas “Miracle” e a “Caneta e o Tinteiro” podem ser ouvidas no meu Canal no Youtube (basta digitar Cleytton Cartanoly). 

Logo estarão também no meu novo website (que espero que fique pronto até esta matéria ser publicada: (www.cleyttoncartanoly.com). O CD Comercial “Other Skies: First’s Single’s”, será comercializado através do site da empresa DreamWork (www.dreamworkmegastore.com.br). Ele contem faixas exclusivas das músicas “Miracle” e “A Caneta e o Tinteiro” e, também, os dois vídeos-foto promocionais das músicas, por um preço super acessível! Ou, podem encomendá-lo pelo e-mail cartanoly@yahoo.com.br, onde passarei as informações de procedimento! São cópias limitadas! Adquira a sua! 

E convido a todos para acompanhar este trabalho tão gratificante, seja pelo Website, pelo Youtube ou pelo Facebook! Basta procurar por Cleytton Cartanoly e terei o carinho imenso de buscar lhes ofertar a devida atenção! Forte abraço de pura Luz e Arte, Cleytton Cartanoly.

Confiram mais um pouco do trabalho deste artista:

Jornalismo Expresso

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