quarta-feira, 27 de junho de 2012

Uma tecnologia de ponta para combater o mau hálito



O CETH – Centro de Excelência no Diagnóstico e Tratamento da Halitose desenvolveu um sistema de última geração que é capaz de identificar com precisão um problema que afeta milhões de pessoas em todos os Pais. O OralChroma é um aparelho moderno e eficaz que consegue separar os três principais gases que compõem o hálito e determinar a presença ou não da halitose e suas origens.

O aparelho é portátil e foi desenvolvido no Japão pela empresa FIS Inc., uma empresa voltada ao seguimento de análise de gases e teve seu modelo de diagnóstico reestruturado pelo CETH – entidade que se dedica aos estudos da halitose, buscando identificar as causas do problema, e a pesquisar formas de prevenção e tratamento.

O OralChroma permite fazer o que os especialistas chamam de “cromatografia gasosa” que mede separadamente cada um dos compostos sulfurosos existentes no hálito (Sulfidreto, Metil Mercaptana e Dimetil Sulfeto). “O procedimento completo de medição leva apenas 8 minutos. E através da análise de seus resultados é possível diagnosticar a presença ou não da halitose e em caso positivo, saber de imediato quais são as causas”, afirma o dentista Ruy Francisco de Oliveira, diretor do CETH.  

Cerca de 50 milhões de brasileiros sofrem as consequências da halitose, um problema que afeta a qualidade de vida das pessoas, interfere no relacionamento pessoal e pode até prejudicar a carreira profissional. Os números são impressionantes, a halitose atinge hoje cerca de 30% da população( dados da Abha- Associação Brasileira de Halitose).

Os efeitos psicossociais são devastadores porque, na maioria das vezes, o portador da halitose não sabe que tem o problema. A origem do mau hálito pode estar relacionada a vários problemas orgânicos, mas a principal causa (de 80 a 90% dos casos) é a presença de bactérias na boca. “Essas bactérias que se acumulam na boca produzem moléculas que nós chamamos de “odorivetores” que exalam o odor desagradável característico da halitose”, afirma a Profª Dra. Olinda Tarzia, Professora e pesquisadora do Departamento de Bioquímica da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo (USP) e consultora do CETH .  

O que pouca gente sabe é que a halitose pode ser tratada, basta que o paciente faça uma correta higienização da boca para eliminar o foco do problema. A higiene mal feita pode gerar ainda as doenças da gengiva, como a gengivite e a periodontite, que também causam o mau hálito.

Para enfrentar o problema as pessoas costumam escovar os dentes e passar o fio dental, mas se esquecem de fazer a higiene da língua, onde é comum o acúmulo de resíduos e células mortas, resultando em uma placa branco-amarelada no dorso. “Essa placa é conhecida como saburra lingual – um meio ideal para a proliferação bacteriana capaz de produzir compostos sulfurados-. Esses compostos normalmente apresentam o enxofre, que é o componente responsável pelo odor desagradável”, explica a professora.

Diagnóstico e tratamento -O CETH – Centro de Excelência no Diagnostico e Tratamento da Halitose – surgiu a partir de um estudo de mais de 20 anos sobre o tema feito pela Profª Dra. Olinda Tarzia, que é a maior especialista do assunto no Brasil. O CETH desenvolve inovações tecnológicas que permitem o diagnóstico preciso e pesquisa soluções eficazes para a prevenção, tratamento e controle da halitose e suas consequências para a saúde em geral.
A descoberta de um agente químico eficaz na eliminação das bactérias envolvidas na halitose foi um grande avanço nesse sentido. O dióxido de cloro é um antibacteriano que se revelou como altamente eficaz na prevenção e combate a infecções bucais e na eliminação dos odores causados pela halitose. “O agente químico impede a proliferação dos micro-organismos, mas ele só é eficiente se a higienização for completa”, explica o Dr. Ruy.

O passo- a- passo da higienização bucal

1º passo - use o fio dental para retirar os resíduos que ajudam a formar a placa bacteriana e que ficaram presos entre os dentes e a gengiva. Enrole aproximadamente 40 centímetros do fio ao redor de cada dedo médio, deixando uns dez centímetros entre os dedos. Segurando o fio dental entre o polegar e indicador das duas mãos, deslize-o levemente para cima e para baixo. Passe cuidadosamente o fio ao redor da base de cada dente, ultrapassando a linha de junção do dente com a gengiva. Nunca force o fio contra a gengiva, pois ele pode cortar ou machucar o frágil tecido gengival. Utilize uma parte nova do pedaço de fio dental para cada dente a ser limpo. Para remover o fio, use movimentos de trás para frente, retirando-o do meio dos dentes. 

2º passo – Separe uma quantidade de gel dental equivalente a um caroço de feijão. Segure a escova em um ângulo de 45 graus e escove bem os dentes por, no mínimo, dois minutos. Faça movimentos circulares, suaves e curtos que vão da gengiva à ponta dos dentes. Depois escove a face voltada para a bochecha e a face interna dos dentes. E por fim, passe a escova na superfície do dente usada para mastigar.

3º passo – utilize um limpador lingual para retirar a saburra lingual. Inicie a limpeza na parte direita da língua, coloque o raspador no fundo e arraste a massa de células, bactérias e muco até a ponta. Repita esse movimento por 20 vezes, de forma delicada para não causar traumas nas papilas ovaladas que existem para proteger essa região do organismo. Repita o mesmo procedimento no lado esquerdo e depois no centro da língua, mas cuidado, é na região central que ficam as papilas mais altas e delicadas.

4º passo – use um enxaguante bucal a base de Dióxido de Cloro. Nesse caso, separe uma dose de 10 mililitros, coloque na boca e faça vários “bochechos” e “gargarejos” para que seja feita a limpeza da língua e da garganta, principalmente o gargarejo que cria turbilhões que descolam possíveis cáseos amigdalianos (formação esbranquiçada e de forte odor que se forma em cavidades da amígdala). Faça os bochechos e gargarejos por um minuto e depois elimine o produto.

Observações importantes -A escovação dos dentes deve ser realizada no mínimo três vezes ao dia – após o café da manhã, depois do almoço e antes de dormir .

Os enxaguantes a base de Dióxido de Cloro protegem a boca prevenindo o mau hálito por varias horas. Por isso recomenda-se o uso do enxaguante duas vezes ao dia após a limpeza da língua.

O CETH surge de um estudo de mais 20 anos sobre o tema halitose, com a maior especialista no assunto no Brasil e a partir da conjunção de três fatores:

1 – O conhecimento de suas principais causas e de como combatê-la através de uma técnica padronizada. 

2 - O desenvolvimento de uma classificação tornando o diagnóstico e o tratamento da halitose mais eficaz, utilizando um equipamento capaz de medir e detectar com precisão o local de onde estão os problemas envolvidos na halitose,

3 – Estudos que contribuíram para o desenvolvimento de um agente químico eficaz na eliminação das bactérias envolvidas na halitose.

Profª. Dra. Olinda Tarzia — Professora e pesquisadora do Departamento de Bioquímica da Faculdade de Odontologia de Bauru da Universidade de São Paulo (USP) e das Faculdades de Odontologia e Fisioterapia da Universidade Paulista (UNIP),

— Autora do livro “Halitose” (primeiro livro sobre o assunto no Brasil) e do “Protocolo de Atendimento Clínico para Prevenção, Controle e Tratamento da Halitose”, também criou e foi responsável pela primeira disciplina de pós-graduação em halitose em uma universidade no mundo. (Universidade de São Paulo Bauru).

— Diretora do Centro de Tratamento e Pesquisa de Halitose em uma Universidade no Brasil (Universidade de São Paulo – Bauru), responsável pela parte científica do Projeto de Saúde Bucal e membro da Divisão Nacional da ISBOR – International Society of Breath Odor Research.

— Criou, coordenou e ministrou o Primeiro Curso de Especialização em Halitose (reconhecido pelo MEC) ministrado em Campinas, na Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic.

— Introduziu a técnica de exame do aparelho Habilit Oral Chroma no Brasil com o aperfeiçoamento do laudo de diagnostico e tratamento da halitose.

— Desenvolveu, como consultora científica, em conjunto com a empresa de produtos de saúde ODOMED o agente químico especifico para o tratamento da halitose.


Um comentário:

  1. Muito interessante. Parabéns pela postagem


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