sábado, 27 de agosto de 2011

CD Cantando Histórias | Cod do item: 671


 
Compre já o seu!


Em setembro de 2008 nasce o projeto "Cantando Histórias". Este título sugere que cada música possui uma história. Ou, uma pequena parte de uma grande história.

A ópera, assim como o teatro musical é uma história. E toda história tem seu ponto alto, o chamado ápice. Estas maravilhosas obras musicais que compõem este CD são, justamente, os trechos mais célebres e conhecidos de cada uma das peças a que fazem parte: A sensualidade cigana da Habanera de "Carmen"; a fantástica (e fantasiosa) Barcarole de "Os Contos de Hoffmann"; o caloroso Brinde da conhecidíssima "Traviata"; a heróica e imortal Nessun Dorma de "Turandot" e do musical da Broadway "Cats" temos a mundialmente famosa Memory.

Todas essas obras-primas da música fazem com que o ouvinte experimente o que é realmente uma história cantada. E cada uma transmite uma mensagem única!

Este CD é portanto o ápice deste projeto que deseja levar ao conhecimento de um público cada vez maior, o significado dessas grandes histórias musicais que permanecem vivas, não importando o passar das décadas. La Traviata, por exemplo, foi compostas há mais de cento e cinqüenta anos!

Esperamos que através de nosso canto, essas histórias permaneçam vivas ainda por muitos anos, para deleite de todos os apreciadores da boa música e para os que desejam conhecer melhor o universo operístico.

E continuaremos Cantando Histórias!

"Lançamento Exclusivo"


Conteúdo:
1 - Barcarole da ópera "Os contos de Hoffmann" (1881) Jacques Offenbach
2 - Memory do musical "Cats" (1981) Andrew Lloyd Weber
3 - Habanera da ópera "Carmen" (1875) Geozes Bizet
4 - Nessun dorma! da ópera "Turandot" (1924) Giacomo Puccini
5 - Libiamo ne' lieti calici (Brindisi) da ópera "La Traviata" (1853) Giuseppe Verdi

Conheça um pouco de Ulisses Montoni

O ponto primordial da arte

 

Ulisses Montoni. Aos 16 anos iniciou os estudos de canto no Coral da USP e na Escola municipal de música, prosseguindo depois com o tenor Antonio Lotti. Ulisses já participou de importantes corais, como Voz Ativa (com o qual foi vencedor do Mapa Cultural Paulista-2000), Coral da Cidade de São Paulo, onde foi solista e monitor, Coralusp e Coral do Estado de São Paulo. Participou de várias óperas,tais como Madame Butterfly, Pagliacci, Manon Lescaut, A Flauta Mágica, Orfeo, O Empresário, Lucia di Lammermoor, Così fan tutte, Rigoletto, Don Pasquale, Norma, Colombo, Viúva Alegre, Carmen, e ainda musicais como O Fantasma da Ópera, Chicago e Acting Studies Show. Ulisses também estuda interpretação na Oficina Verdarte. Participa de comerciais e campanhas publicitárias. É preparador vocal e solista do Coral do Esporte Clube Pinheiros. Junto com sua esposa, a soprano Marly Montoni, criou o projeto Cantando Histórias, um recital de ópera para formação de público, em um formato leve, descontraído e elegante, que incluiu o lançamento do CD homônimo em agosto de 2010. Ulisses respondeu as nossas questões, falando um pouco do fascinante mundo da Ópera e do canto lírico.


AlôArtista: Qual foi o ´click´ que te despertou para a sua profissão?
Ulisses Montoni: Em 1992, mais ou menos, ouvi u disco (sim, de vinil) “Barcelona”, de Freddie Mercury e Montserrat Caballè... Fiquei impressionado, mas eu tinha só 11 anos na época... Acho que a voz humana sempre me chamou a atenção. Eu tinha um gravadorzinho velho em casa, ficava gravando minha própria voz, acelerando, ouvindo... Mais tarde, sempre através de discos, conheci as grandes vozes de tenores como Luciano Pavarotti e Mario Lanza. Com isso, decidi que eu seria cantor!

AA: Qual o fato ou pessoa que teve mais influência na sua atividade? Quais são suas raízes dentro da sua arte?
UM: Difícil dizer... Tantos foram os que me inspiraram, desde os grandes cantores nos discos de vinil que eu ouvia na adolescência até meu último mestre, o tenor Antonio Lotti, tantos contribuíram para o meu desenvolvimento, que não daria pra citá-los. Mas foram influências bem ecléticas, desde Freddie Mercury e Michael Jackson até Pavarotti, Fritz Wunderlich, Placido Domingo, etc...

AA: O que você gostaria de ver divulgado, do seu trabalho, nesta entrevista?
UM: Percebo que a ópera, meu campo de atuação, é ainda pouco conhecido e divulgado. E quando isso é feito, acaba ficando um pouco “elitizado“ e “estereotipado”. Desenvolvi um projeto juntamente com minha esposa, a soprano Marly Montoni, de um recital de ópera para formação de público, em um formato leve, descontraído, porém elegante. Já apresentamos esse recital, que se chama Cantando Histórias, para os mais variados púbicos, e temos obtido grande sucesso até agora. Em agosto do ano passado, lançamos nosso CD com algumas músicas desse recital, obtendo um bom resultado também. Algumas cópias foram levadas até para os EUA. Essa tem sido minha grande missão: desmistificar a ópera e ajudar a divulgá-la de modo a fazer com que qualquer pessoa sinta e compreenda a música, que possa entender sua mensagem.

AA: Qual é a principal ´mancada´ no Brasil, em se tratando de incentivo ao artista? É difícil ser artista neste país? O que poderia ajudar?
UM: O maior problema do Brasil é dar valor demais aos estrangeiros. É lógico que os europeus estão anos-luz à frente de nós na ópera, por razões óbvias... Mas o problema é a “super- valorização” do artista estrangeiro. Infelizmente, ainda temos aquela coisa de: “veio de fora, então é um sucesso!”. E quando se valoriza um brasileiro, é só depois de ele ter estudado ou trabalhado lá fora! É absurdo! Meu mestre, Antonio Lotti, só foi respeitado pelos colegas aqui no Brasil quando já era quase uma celebridade na Europa! Ser artista é fácil, difícil é viver bem de arte. Acredito que quando a classe artística voltar a se unir, principalmente os cantores, as coisas podem melhorar muito!

AA: Conte um pouco sobre sua carreira e onde deseja chegar.
UM: Fiz um pouco de tudo nesses 13 anos... Cantei em coros maravilhosos, fiz minha primeira ópera como solista aos 23 anos, eu fiz gravações de músicas que achava “impossíveis” de cantar, conheci pessoas sensacionais, lugares sensacionais, eu ganhei muito menos do que esperava, mas enfim... Meu maior objetivo é ser uma referência positiva tanto na sociedade quanto no meio artístico. Citando Antonio Lotti novamente, ele dizia: “Prefiro ser lembrado mais como um cara legal, do que como uma grande voz!”. Ele queria dizer que o que importa é o ser humano, antes de tudo. Devemos sempre voltar ao PONTO PRIMORDIAL DA ARTE: alimentar o espírito humano. Para isso, meu desejo é chegar, como artista e como ser humano, ao coração das pessoas.

AA: Como um site como o AlôArtista pode contribuir para ´os artistas´ na sua opinião?
UM: O que falta para nós, são meios de divulgação de nosso trabalho. Muitas vezes, o artista só tem uma divulgação do seu trabalho quando está em cartaz ou na grande mídia, como a TV, por exemplo. Mas quando não está fazendo nada, fica esquecido. Esse site nos dá uma chance de mostrar nosso trabalho, e também trocar informações com outros artistas. Quanto mais espaços como esse forem criados, mais pessoas terão acesso à cultura, formando assim, uma sociedade de paz, cultura e educação. Citando o filósofo e humanista Daisaku Ikeda: “Tudo começa a partir da determinação de uma única pessoa”. Parabéns ao site ALÔARTISTA e obrigado pela oportunidade!






 Fonte: Alô Artista

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